Jogador de futebol Robinho vai para a prisão para cumprir pena de nove anos por estupro coletivo

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Brasileiro Robson de Souza RobinhoO homem de 40 anos, que foi condenado a nove anos de prisão por estuprar uma mulher em 2013, foi preso na noite de quinta-feira na Itália, um dia depois de um tribunal no Brasil ter ordenado que ele fosse preso imediatamente para cumprir a pena imposta por um Tribunal italiano em 2017. Recursos. A decisão do Supremo Tribunal de Justiça veio em resposta a um pedido do governo italiano. O ex-jogador de Real Madrid, Milan e Manchester City foi preso em sua casa, em Santos, litoral de São Paulo, e transferido para a delegacia da cidade para passar por exame médico e audiência de custódia. Ele foi transferido na madrugada para o presídio de Tremembé, a 150 quilômetros da cidade de São Paulo, conhecido como o famoso presídio.

Robinho durante partida na Turquia em 2019.
Robinho durante partida na Turquia em 2019.Imagens VI (Imagens VI via Getty Images)

O jogador que declara sua inocência e diz que a punição na Itália foi racista, havia esgotado seu último recurso horas atrás, e ele… Emissão de intimação Submetido ao Supremo Tribunal Federal do Brasil.

A prisão onde começou a cumprir pena abriga cerca de 300 presos, celas que podem acomodar seis pessoas e, o mais importante, ao contrário de grande parte das prisões brasileiras, não é dominada por gangues do crime organizado. A maioria dos presos são condenados do ensino médio ou universitário. Muitos presidiários famosos passaram por lá.

Como a Constituição brasileira vetou a extradição de seus cidadãos e Robinho fugiu da Itália antes de seu julgamento, ele foi condenado à revelia e viveu todos esses anos em liberdade, apesar de ter sido condenado por estupro coletivo. A decisão de 2017 em Itália, confirmada em 2021 e 2022 no país europeu, confirma que o jogador de futebol e vários amigos agrediram sexualmente uma mulher de 22 anos numa discoteca depois de a terem embriagado. Apenas Robinho e mais um réu foram identificados, julgados e condenados. O resto fugiu.

Após a condenação na Itália, Robinho continuou sua carreira profissional no Brasil até 2020, quando um meio de comunicação brasileiro publicou um áudio que aparecia em um resumo do caso em que o jogador ria da vítima de estupro. Na época, ele tinha acabado de ser contratado pelo Santos, clube que o descobriu, por Neymar e pela lenda Pelé. As duas partes decidiram suspender o contrato assinado há seis dias. Robinho nunca mais jogou profissionalmente.

A decisão de um tribunal espanhol de libertar Daniel Alves em liberdade condicional se ele conseguisse depositar um milhão de euros sob fiança e prender Robinho recebeu ampla cobertura da mídia no Brasil, mas houve silêncio quase geral no futebol oficial. A exceção mais notável é a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. “Ninguém fala nada, exceto eu, como mulher aqui à frente da delegação [de la selección masculina, que está de gira por Europa]Tenho que me posicionar sobre os casos do Robinho e do Daniel Alves. Isto é um tapa na cara de todas as mulheres, principalmente o caso de Daniel Alves, que pagou o preço pela sua liberdade. “Cada caso de impunidade é a semente do próximo crime”, disse Pereira, a única mulher a dirigir um dos maiores clubes de futebol do mundo, ao UOL.

Jornal Ou globo, um dos jornais mais lidos do Brasil, publicou na sexta-feira um editorial parabenizando a decisão dos juízes brasileiros sobre Robinho porque “impede que o Brasil se torne um refúgio para aqueles condenados por crimes sexuais em outros países”. A decisão contradiz a decisão dos seus colegas espanhóis em relação a Alves. O jornal carioca confirma que “dada a gravidade do crime, [el antiguo jugador del Barça] “Tenho que esperar pela decisão final atrás das grades”, acrescentou, lamentando que “os juízes espanhóis não tenham tido a mesma clareza e determinação que o sistema judicial brasileiro”.

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