Judiciário brasileiro determinou que Robinho fosse preso para cumprir pena por estupro coletivo na Itália

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Um tribunal brasileiro ordenou a prisão do jogador de futebol Robson de Souza. Robinho, de 40 anos, que jogou pelo Milan, Real Madrid ou Santos, vai para a prisão para cumprir a pena de nove anos de prisão imposta pela Itália pela violação colectiva de uma mulher em Milão, em 2013. O Supremo Tribunal de Justiça decidiu esta quarta-feira. Em Brasília, por nove votos a dois, a regra italiana é válida no Brasil e, portanto, deve ser respeitada. Robinho, que não compareceu ao julgamento realizado anos atrás na Itália porque fugiu antes de prestar depoimento, permaneceu em liberdade durante todo esse período e se refugiou em sua terra natal porque o Brasil não extradita seus cidadãos. Mas o fenómeno “eu também” e o caso Dani Alves também mudaram as percepções aqui sobre agressão sexual e impunidade. A Justiça brasileira agiu a pedido do governo italiano.

A vítima, uma mulher que comemorava naquela noite seu aniversário de 22 anos em uma boate, foi estuprada, segundo a decisão de Milão, por Robinho e cinco de seus amigos. Eles a deixaram bêbada até ela desmaiar e a agrediram sexualmente no banheiro.

A Justiça brasileira não avaliou se ele cometeu ou não o crime, mas sim determinou se a pena era aplicável no Brasil. O árbitro diz que sim. Os juízes também decidiram mandar o condenado para a prisão imediatamente.

A decisão do tribunal brasileiro surgiu no mesmo dia em que os juízes espanhóis ordenaram que Alves, que está preso há 14 meses, fosse libertado temporariamente se pagasse uma fiança de 1 milhão de euros. Você precisa arrecadar dinheiro. O caso foi amplamente acompanhado em seu país. Alves viu a sua pena comutada graças a ter indemnizado a vítima com 150 mil euros que lhe foram emprestados pelo pai do seu amigo e jogador de futebol Neymar devido ao congelamento dos seus bens.

Robinho produziu um videoclipe que postou, na véspera da audiência, no Instagram, onde tem dois milhões de seguidores. Em uma gravação de dez minutos, ele declara sua inocência e conta sua versão sobre o ocorrido naquela noite. Ele diz que o sexo foi consensual e conclui que o racismo foi a motivação da sua condenação na Europa. O amigo de Siyo é julgado e condenado junto com ele. Os demais nunca foram identificados.

Já se passaram onze anos desde o estupro coletivo. A primeira sentença data de 2017 e foi confirmada em 2020. Em 2022, Robinho esgotou todos os recursos na Itália. O advogado da vítima já anunciou que vai pedir para ele cumprir isso no Brasil.

O atacante sempre afirma sua inocência, mas em 2020 Balão esportivo Ele postou um áudio desconstruindo essa versão: “Estou rindo porque não estou nem aí. A mulher estava completamente bêbada e nem sabia o que aconteceu”, disse ele na gravação que fez parte da recapitulação. Esta exclusividade pôs fim à sua carreira desportiva ao frustrar a sua contratação pelo Santos, clube onde iniciou a sua carreira profissional.

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